O
ato de brincar faz parte da vivência da criança. Brincar é raciocinar,
descobrir, persistir e perseverar; aprender a perder percebendo que
haverá novas oportunidades para ganhar; esforçar-se, ter paciência, não
desistir facilmente. Brincar é viver criativamente o mundo. Ter prazer
em brincar é ter prazer de viver. Brincar com espontaneidade, sem regras
rígidas e sem precisar seguir corretamente as instruções dos
brinquedos, é explorar o mundo por intermédio dos objetos.
Atualmente,
há uma pressão da sociedade para que as crianças aprendam cada vez mais
cedo os conteúdos pedagógicos. Com isso o tão divertido ato de brincar
não tem encontrado espaço na escola como deveria.
As
atividades lúdicas ganharam um respaldo legal e foram mencionadas no
Estatuto da Criança e do Adolescente brasileiro, de 1990. O artigo 16 do
capítulo II do ECA, propõe o direito à liberdade para brincar, praticar
esportes e se divertir.
“O lúdico é um recurso de inestimável valor pedagógico. […] o brincar é uma atividade de aprendizagem” (KULISZ, 2006:96-97).
Conforme
a citação acima, o lúdico facilita a aprendizagem, ou seja, é possível
aprender brincando. Ao brincar a criança aprende a aprender e adquire
habilidades fundamentais para o seu desenvolvimento cognitivo, afetivo e
social.
Minhas
lembranças da escola são muito prazerosas, pois a escola em que estudei
tinha um pátio muito grande e todas as crianças brincavam livremente.
Referências:



