terça-feira, 13 de dezembro de 2016

O ato de brincar faz parte da vivência da criança. Brincar é raciocinar, descobrir, persistir e perseverar; aprender a perder percebendo que haverá novas oportunidades para ganhar; esforçar-se, ter paciência, não desistir facilmente. Brincar é viver criativamente o mundo. Ter prazer em brincar é ter prazer de viver. Brincar com espontaneidade, sem regras rígidas e sem precisar seguir corretamente as instruções dos brinquedos, é explorar o mundo por intermédio dos objetos.

Atualmente, há uma pressão da sociedade para que as crianças aprendam cada vez mais cedo os conteúdos pedagógicos. Com isso o tão divertido ato de brincar não tem encontrado espaço na escola como deveria.
As atividades lúdicas ganharam um respaldo legal e foram mencionadas no Estatuto da Criança e do Adolescente brasileiro, de 1990. O artigo 16 do capítulo II do ECA, propõe o direito à liberdade para brincar, praticar esportes e se divertir.

“O lúdico é um recurso de inestimável valor pedagógico. […] o brincar é uma atividade de aprendizagem” (KULISZ, 2006:96-97).
Conforme a citação acima, o lúdico facilita a aprendizagem, ou seja, é possível aprender brincando. Ao brincar a criança aprende a aprender e adquire habilidades fundamentais para o seu desenvolvimento cognitivo, afetivo e social.
Minhas lembranças da escola são muito prazerosas, pois a escola em que estudei tinha um pátio muito grande e todas as crianças brincavam livremente. 

Referências: 

http://pedagogiaaopedaletra.com/o-ato-de-brincar-inserido-na-pratica-do-professor-de-educacao-infantil/ Acesso em 13/12/16

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